SustenPlast

Menu
  »» História do programa
  »» 100% de Reciclabilidade
  »» Utilidades do plástico
  »» Descarte adequado
  »» Notícias
  »» Eventos
  »» FAQS - Dúvidas frequentes
  »» Curiosidades
  »» Links
  »» Localização
  »» Contatos
Revalorização
  »» Reciclagem
  »» Recuperação Energética
  »» Reuso
Racionalização
  »» Padronização das Sacolas Plásticas
  »» Padronização de Copos Plásticos
  »» Design de Produtos

Realização:
RS

 Descarte adequado

 

A palavra-chave é comportamento humano. Os benefícios do plástico para a vida moderna da sociedade são inquestionáveis; a utilidade do material perpassa todos os setores industriais; e, ainda, nenhuma outra matéria-prima o supera, a não ser os recursos hídricos e solares. Por outro lado, vale lembrar que o plástico é totalmente inerte e não causa nenhum tipo de contaminação, emissão de gases ou dano ao meio ambiente. Sendo assim, resta dizer que, sua imagem distorcida está intimamente ligada ao comportamento humano. O plástico não pode ser visto como lixo, ao contrário, é matéria-prima nobre via reciclagem e geração energética. Então porque não descartá-lo de forma adequada?

A participação média em peso dos resíduos plásticos nas principais capitais do país é de 6%. Este valor é ligeiramente menor que os 7% em média dos países da Europa. Na composição do lixo urbano, o volume dos plásticos é de 20%, o que causa impacto visual muito maior do que sua participação real no peso dos resíduos. Podemos citar como fator preocupante a inexistência, na maioria dos municípios brasileiros, de um eficiente gerenciamento integrado dos resíduos sólidos, do qual deveria fazer parte a coleta seletiva, a reciclagem em todas suas formas e o aterro sanitário. Por exemplo: em uma cidade como Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul, são coletadas cerca de 800 toneladas de resíduos orgânicos. Se 600 toneladas fossem queimadas em usinas apropriadas, a energia elétrica gerada seria suficiente para alimentar toda a energia pública da cidade.

Ou seja, o primeiro passo está em casa, na separação adequada do lixo. Após, a responsabilidade passa a ser dos governantes a partir da implantação de coleta seletiva adequada, de centros de triagem e seleção ou até mesmo na criação de aterros sanitários. Conforme pesquisas já realizadas, o lixo brasileiro é composto, predominantemente, por material orgânico (cerca de 60%), o que atrapalha tremendamente a reciclagem de todos os materiais visto que essa fase orgânica os contamina. Quando dispostos no lixo, os plásticos são visíveis às pessoas, pois são usados para embalar o lixo, além de serem leves e boiarem durante enchentes ou quando inapropriadamente jogados nos cursos d´água. Pelos cálculos do volume de plásticos produzidos no país por ano versus a quantidade de lixo produzida, mesmo que todo o plástico fabricado fosse para o lixo, ele não representaria mais que 12% do volume.

Destaca-se, portanto, que o plástico não tem asas, não tem pernas e não tem nadadeiras. Se ele está em local inapropriado, é porque alguma pessoa o levou para lá. Use o plástico com inteligência, adequadamente e com descarte correto. Esse é o lema do Sustenplást – RS Plástico com Inteligência.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

NEWSLETTER
Para receber os informativos do SustenPlást, preencha os campos.
Nome:
E-mail:
  SustenPlást © 2009
Av. Assis Brasil, nº 8787 - Bairro Sarandi. Porto Alegre - RS. CEP 91140-001
E-Mail. sustenplast@sustenplast.org.br. Fone/Fax. (0xx51) 3364-4503



Desenvolvido por
Helu Web Systemas